Imposto sobre o Carbono: caso da Dinamarca

Uma forma, são os créditos de carbono, voluntários ou não. E outra forma são os impostos sobre o carbono. Aqui a transcrição de um vídeo rápido do World Economic Forum.

  • Dinamarca acaba de introduzir o imposto de carbono mais rigoroso do mundo

  • Que poderá reduzir as emissões de CO2 do país em milhões de toneladas por ano

  • As empresas terão que pagar US$ 159 por cada tonelada de CO2 que emitem

  • Isso é um extra de US $ 53 por tonelada

  • Além dos US$ 106 cobrados pelo esquema de comércio de emissões da UE

  • Mas como funciona o imposto de carbono?

  • O objetivo é fazer com que as empresas paguem pelos danos climáticos que causam diretamente…

  • Por seu uso de energia a partir de combustíveis fósseis

  • Isso incentiva as empresas a limpar seus atos

  • Um imposto global de carbono poderia reduzir as emissões gerais em até 12,3%

  • Especialistas dizem que impostos sobre carbono também se pagam

  • Uma taxa de US$ 49 / tonelada geraria US$ 2,2 trilhões para os EUA até 2028...

  • De acordo com um relatório do Tesouro dos EUA

  • E reduzindo as emissões hoje…

  • O imposto pode amenizar os impactos das mudanças climáticas amanhã

  • Economizando dinheiro que de outra forma seria gasto em ações e adaptações

  • 28 países implementaram impostos de carbono até agora

  • Mas esta abordagem tem seus desafios

  • Especialistas dizem que esses impostos podem prejudicar desproporcionalmente as pessoas mais pobres

  • Eles podem ser politicamente difíceis de implementar

  • E eles visam apenas uma fonte de emissões: combustíveis fósseis

  • O que você pensa sobre os impostos sobre o carbono?

Clique abaixo para assistir esse rápido vídeo (em inglês). Aliás, o Brasil já tem algo parecido (repito, parecido): CBIOS. Você já ouviu falar do CBIOS. Veja esta postagem recente.



 CARBON CREDIT MARKETS

« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.