Vulnerabilidade e resiliência dos países às mudanças climáticas e outros desafios globais

Há um movimento global crescente para tornar as comunidades e os ecossistemas mais resilientes aos impactos climáticos extremos. A Universidade de Notre Dame (Estados Unidos) lançou um programa chamado Global Adaptation Initiative (ND-GAIN). É um movimento enraizado no poder dos dados, fundamentado em evidências científicas e impulsionado por uma missão de “Science Serving Society”. Visa apoiar empresas, governos e a sociedade em sua abordagem sobre recursos limitados, infraestrutura inadequada, secas, supertempestades, migração, incêndio, conflitos civis e muitos outros desafios globais. Inclusive, exacerbados pelas mudanças climáticas. Uma das conclusões dos pesquisadores de Notre Dame é que as pessoas que vivem nos países menos desenvolvidos têm 10 vezes mais chances de serem afetadas por um desastre climático do que as dos países ricos, maiores emissores de CO2 do mundo (relembrando aqui um de nossos posts mais acessados). Os dados do ND-GAIN mostram também que levará mais de 100 anos para os países de baixa renda alcançarem a resiliência dos países mais ricos. Clique abaixo para navegar no trabalho do ND-GAIN, incluindo Country Index, Urban Adaptation Assessment e Adaptation in Action.




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« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.