O agronegócio brasileiro e as mudança climáticas

O último Congresso Brasileiro do Agronegócio, trouxe alguns bons assuntos em preparação ao posicionamento do agro brasileiro para a COP27.


Segundo Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio - ABAG, o Brasil é o primeiro país a incluir o agro no programa de créditos do carbono. “O setor é parte da solução, pois absorve parte das emissões. Hoje, a produção de cultivares absorve 45% das emissões”, disse.


Também foi destacada que o agro brasileiro, pela condição excepcional de grande exportador e produtor de alimentos, fibras e energia, precisa estar proativamente engajado nas discussões das métricas de sustentabilidade. E garantir entendimento do que é importante para uma agricultura tropical e não apenas "aceitar o que é bom para o mundo temperado". Tecnologia e a ciência precisam ajudar o agro na adaptação climática, levando as peculiaridades de cada região.


Ao final do evento, comentou-se ainda sobre a importância do etanol, sobre energia renovável. Ou seja, tudo visando construir uma boa imagem do Brasil na COP 27.


Clique abaixo para ver breve vídeo, quando Ingo Ploger, conselheiro da ABAG também comentou sobre trabalho do Brasil no mercado de carbono, e aqui para uma matéria da Agroclima a respeito.


Nossa série de artigos sobre o setor agro pode ser acessada aqui, inclusive a matéria de maio de 2021 entitulada "Mercado de créditos de carbono: uma visão global (FIA / Universidade do Café)".





 CARBON CREDIT MARKETS

« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.