National Geographic: O futuro das florestas

Em alguns lugares, o aumento do nível dos mares está criando "florestas fantasmas". Nos Estados Unidos, na Carolina do Norte, a água do mar penetrou em aquíferos e pântanos de água doce, matando vegetação. Por outro lado, na California, incêncios nos últimos dois anos queimaram um quinto das maiores sequoias. Na Sibéria em 2021, região conhecida pelo frio, incêncios queimaram 21 milhões de acres de vegetação. Inclusive liberando enormes reservas de carbono antigo do permafrost. Na Austrália, anos de muito calor e seca estressaram os manguezais ao longo de centenas de quilômetros da costa. No Litoral Sudeste do Brasil, seis meses após a morte dos manguezais da Austrália em 2015, o mesmo fenômeno causou uma tempestade que atingiu os manguezais no estuário do rio Piraquê-Mirím. A seca havia estressado as árvores, em parte aumentando a salinidade da água. Em seguida granizo e vento mataram quase um terço delas. As mudanças climáticas são uma preocupação crescente e urgente, já que as florestas ajudam a produzir grande parte de sua própria chuva, reciclando o vapor de água repetidamente. Clique na imagem para saber mais, inclusive uma análise sobre quais árvores poderão sobreviver a um futuro mais quente e seco.




 CARBON CREDIT MARKETS

« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.