Razões pelas quais o futuro da captura de carbono parece promissor

A captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS em inglês) torna-se cada vez mais uma tecnologia crítica. Muitas vezes chamado de captura de carbono (ou CCS apenas), é o processo de capturar as emissões de dióxido de carbono de instalações industriais e reutilizá-las ou armazená-las, em vez de liberá-las na atmosfera.


Para indústrias de alta emissão, como energia (carvão), aço, cimento, petróleo e gás e produtos químicos, a captura de carbono tem o potencial de reduzir radicalmente as pegadas ambientais, capturando mais de 90% das emissões de dióxido de carbono.

Como a Sinopec China indicou recentemente: “Transformando CO2 em tesouro”. Talvez considerando que - além do gás, petróleo e carvão - o carbono também se relaciona com diamantes... e matéria orgânica... e vida ;-) A propósito, lembre aqui de descobertas interessantes relacionadas ao carbono, feitas pelo rover Curiosity … em Marte ...

Voltando a um “futuro melhor” com a captura de carbono:

  1. As indústrias pesadas já estão adotando o potencial de captura de carbono. Veja aqui os cases da Petronas, Saudi Aramco e Porto de Rotterdam.

  2. Governos de todo o mundo estão apoiando a captura de carbono. Veja aqui por exemplo EUA, Japão e Brasil, por exemplo.

  3. A colaboração da indústria está criando soluções inovadoras e mais econômicas. Conforme antecipado pelo Global CCS Institute em 17 de outubro existem mais de 190 instalações CCS em vários estágios de desenvolvimento, detalhadas em seu ótimo e completo relatório, que também fornece análises detalhadas do pipeline global de projetos, política internacional, mercados de carbono, remoções de carbono e a evolução do armazenamento.

Clique na imagem abaixo para ler o artigo do Fórum Econômico Mundial



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« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.