NASA: flutuações regionais de curto prazo no CO2 atmosférico devido a emissões de atividades humanas

Usando uma combinação de satélites da NASA - o Orbiting Carbon Observatory-2 (OCO-2) - e modelagem atmosférica, os cientistas conseguiram pela primeira vez medir dinamicamente as variações das emissões de CO2 a partir do Espaço, uma detecção inédita do CO2 emitido por atividades humanas. O método permite a detecção de mudanças no CO2 atmosférico apenas um ou dois meses depois de ocorrerem, fornecendo informações rápidas e acionáveis ​​sobre como as emissões humanas e naturais estão evoluindo. O estudo também aborda possíveis razões (e.g. o IOD, Indian Ocean Dipole) para as diferenças entre as medições das emissões entre hemisférios, o sul e o norte, sendo que esse último, indicou crescimento das concentrações de CO2 após maio de 2020 (COVID) durante o verão. Além disso, “no início de 2020, vimos incêndios na Austrália que liberaram CO2, vimos mais absorção de plantas na Índia e vimos todas essas influências diferentes misturadas”, disse Lesley Ott, meteorologista pesquisadora do Global Modeling and Assimilation Office da NASA, no Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Maryland, Estados Unidos. Clique na imagem para saber mais e acessar outros links interessantes.



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« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.