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Energia solar: cabo submarino de 4.500km conectando Austrália e Singapura

Uma rede elétrica global submarina ? Como já temos para dados e comunicações ? Exportar eletricidade gerada por forntes renováveis, como energia solar?


A Sun Cable desenvolveu o chamado AAPowerLink, o Australia – Asia Power Link. Um grande projeto de infraestrutura elétrica. De acordo com o plano original, um parque solar no norte da Austrália para produzir 20 gigawatts de eletricidade, a maior parte da qual a ser exportada para Singapura e, posteriormente, para a Indonésia, por uma linha de transmissão 3 GW HVDC HVDC de 4.500 km. Além disso, uma bateria de 36-42 GWh para armazenar energia para nivelar a disponibilidade de energia, já que a luz solar varia ao longo do dia.


Basicamente, a maior usina solar do mundo, a maior bateria do mundo e o cabo de energia submarino mais longo do mundo. Um projeto de US$ 20 bilhões.


Bem, um pouco à frente de seu tempo, em janeiro de 2023, a Sun Cable foi forçada a entrar em administração voluntária, um tipo de recuperação judicial.


Mas, felizmente, isso não durou muito. Os administradores judiciais anunciaram ontem, 26 de maio, que um consórcio liderado pela Grok Ventures e incluindo Quinbrook Infrastructure Partners teve sucesso na aquisição dos ativos da empresa. Sob esse controle, o projeto seguirá seu objetivo original de exportar energia solar do interior da Austrália para a nação insular de Singapura.


E o sonho do cabo de força submarino se tornará realidade.


Que tal um enorme gasoduto submarino para hidrogênio verde, como o que ligará Barcelona, ​​na Espanha, e Marselha, na França? E posteriormente talvez, a parte norte da África ? Ou mesmo a Guiana Francesa na América do Sul?


Como você acha que tudo isso vai estar daqui a 5 anos?


Clique na imagem abaixo para acessar o portal do projeto. E aqui para um artigo da ABC News da Australia.


#asia

#powergrid

#solar


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« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.

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