Créditos de carbono: nossas melhores ferramentas para combater as mudanças climáticas, desde que ...

Se por um lado o mercado de compensações de carbono estão em alta, por outro, deve-se ter um acordo global sobre regras e padrões, no sentido de viabilizar o objetivo net-zero e mitigar a atual crise climática.


“Os mercados de carbono devem ser uma mangueira de incêndio para direcionar dinheiro para onde é genuinamente necessário na crise climática. Mas isso só acontecerá se repensarmos como estamos usando os créditos de carbono. Em vez de vê-los como uma maneira de lavar o “pecado” climático, devemos nos concentrar nos resultados que estamos tentando alcançar.”


Existem três resultados principais que os mercados de carbono podem abordar e assim permitir ações climáticas significativas:

  • Reduzir as emissões o mais rápido possível: “Eu emito uma tonelada métrica de CO2, e pago alguém para não emitir sua tonelada”. Engajamento ?

  • Proteger sumidouros naturais de carbono: dê crédito por impedir a liberação de uma tonelada métrica de carbono de um sumidouro natural existente. Um freio ?

  • Remover de dióxido de carbono da atmosfera: pagar alguém para remover CO2 do ar e armazená-lo, CCS, Captura e Armazenamento de Carbono (como amplamente relatado neste blog há menos de uma semana). Nova Revolução Industrial ?

A descarbonização agressiva só acontecerá se o dinheiro for direcionadoo na direção certa. E “pensar em créditos de carbono em categorias de redução, proteção e remoção, com incentivos separados para cada uma, seria um bom primeiro passo”. Clique para este ótimo e recente artigo da TIME de Gabrielle Walker (do Rethinking Removals a.o.) e Bruno Giussani (Curador Global do TED a.o.), e veja como os autores elaboram bem a questão em questão: #carboncreditmarkets.




 CARBON CREDIT MARKETS

« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.