Capital Aberto: O ganha-ganha da emissão e venda de créditos de carbono

Segundo matéria de Gyedre Carneiro de Oliveira no portal Legislação & Mercados, abriu-se espaço para um promissor mercado de investimentos em projetos que geram créditos de carbono, estimado entre 30 bilhões e 50 bilhões de dólares até 2030. E o Brasil teria as condições de ser responsável por 20% do mercado mundial, o equivalente a 6 bilhões de dólares (ou cerca de 30 bilhões de reais) até 2030. Para o produtor rural, os créditos de carbono representam uma possibilidade de geração de renda verde e valorização imobiliária aliada à preservação do meio ambiente e ao combate às mudanças climáticas. Dentre muitos outros detalhes e etapas para elaboração de um projeto de Redd+ (Reduced Emissions from Deforestation and Degradation), ARR (Afforestation, Reforestation and Revegetation) ou ALM ALM (Agricultural Land Management) em uma área, o artigo também elabora a Lei 14.119/21, que regulamentou o pagamento por serviços ambientais, a contraprestação pecuniária recebida pelos serviços ambientais que os projetos de carbono podem gerar, não integrando a base de cálculo de Imposto de Renda, Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS / Pasep e Cofins, tornando o mercado de carbono ainda mais atraente. Clique na imagem para acessar o artigo.



 CARBON CREDIT MARKETS

« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.