APNews: As mudanças climáticas podem ser resolvidas com a precificação social do carbono?

À medida que as mudanças climáticas “assam” o planeta, dezenas de nações e muitos governos locais estão colocando um preço nas emissões de gases de efeito estufa. Até agora, 11 Estados dos EUA já adotaram políticas de precificação de carbono para lidar com as mudanças climáticas. Desta forma, as usinas de carvão, petróleo e gás natural devem comprar créditos para cada tonelada de dióxido de carbono que emitem. Outros países impõem taxas de combustível aos indivíduos e também fazem os grandes poluidores pagarem pelas emissões. De acordo com o Banco Mundial, atualmente 27 nações têm algum tipo de imposto sobre o carbono. A questão-chave é precificá-las. A estimativa de custo social do governo Biden é de cerca de US$ 51, o que significa que cada tonelada de dióxido de carbono expelida de uma usina elétrica ou tubo de escape hoje deve contribuir para US$ 51 em danos econômicos nos próximos anos. O estado de Nova York tem seu próprio custo social do carbono, atualizado em 2020 para US$ 125 a tonelada para levar em conta as tendências econômicas. Os impostos de carbono do Canadá incluem uma cobrança mínima de combustível para indivíduos equivalente a cerca de US$ 40 por tonelada. Clique na imagem para acessar o artigo.




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« … car rien ne se crée, ni dans les opérations de l’art, ni dans celles de la nature, et l’on peut poser en principe que, dans toute opération, il y a une égale quantité de matière avant et après l’opération ; que la qualité et la quantité des principes est la même, et qu’il n’y a que des changements, des modifications. »

Antoine-Laurent De Lavoisier 1789, Traité élémentaire de chimie.